sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Jazz session (fragmento)

Minha alma gosta
de ver atrás dos quadros,
olhar a armação da tela,
as madeiras, os pregos,
gosta de ver as costas dos quadros.

Quer fazer um a exposição com telas viradas.
pintar telas viradas.
E diz,
Louvre
já cansei de ver a cara de Rembrandt,
virem à tela de costas,
coloquem a Monalisa em decúbito ventral.

De Solivan

5 comentários:

  1. Caro Solivan, á respeito de "primeiro exercício para tentar ser Deus", tu dizes:
    "... Somos incapazes de criar a mais coloquial obra de Deus, dê os componentes com os quais são feitos uma célula, aos mais renomados nomes da ciência, e peça a eles para criarem este, que é o modo mais somples da vida, não conseguiriam, por isso,é cheio de verdade que digo: uma simples folha tem mais delicadeza, guarda mais mistérios, é extremamente mais complexa que toda tecnologia da humanidade junta..."
    Postos lado a lado, o meu texto configura-se plágio do seu, uma vez que esse veio após aquele.
    Ainda que eu tenha concebido meu texto antes deter lido o seu, foi após uma conversa que tivemos, que ele originou-se.
    Ora, nessa conversa, sem explicitamente você ter mencionado seu poema, certamente seus argumentos já baseavam-se naquela explanação.
    Lamento, peço-lhe desculpas pelo delito!
    seu amigo / carlos

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  2. Carlos,não vi plagio,
    apenas pensamos da mesma maneira.
    um abraço
    de seu amigo Solivan

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  3. Achei estranho.

    Aline

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  4. Cara seus poemas surpreendem.

    Armando

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  5. E ai Armando,como vai?
    apareceu finalmente.

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